Enio “Seu Gê” Antonio Feltes: memórias de uma vida e as raízes de sua família

Anteriormente, resgatamos duas fotos sobre os irmãos Feltes, o “Tonho” e o “Fritz”, viajando também pelo tempo até seus antepassados. Agora, temos uma foto do “Seu Gê”, o Enio Antonio Feltes, pais dos irmãos e personagem desta matéria de hoje. Enio, nascido em 29 de novembro de 1928, era filho de Arlindo Feltes e Orphelina Julia Pinto de Souza. Entre seus irmãos estavam Eraldo, Núbia e Joni Feltes. Faleceu em 16 de março de 2016.

Arlindo Feltes nasceu em 8 de julho de 1901, data adotada nesta pesquisa com base nos registros familiares atualmente reunidos. Algumas compilações apresentam datas diferentes, motivo pelo qual a confirmação definitiva ainda depende da localização do respectivo registro civil ou religioso de nascimento. Arlindo trabalhou como alfaiate, atividade pela qual se tornou conhecido, e também tocava flauta em uma bandinha de Kerb. Faleceu em 7 de julho de 1992, em Parobé. Orphelina Julia Pinto de Souza nasceu em 2 de setembro de 1902, em Encantado. Era filha de João Luiz Pinto de Souza e Elisabeth Unzer. Faleceu em 1955.

Enio constituiu família com Iva Hugentobler (nascida em 20 de junho de 1932 e falecida em 13 de abril de 2026). Seus filhos eram Gerson Ricardo Feltes e Antonio Carlos Feltes, personagens das fotografias que deram origem a esta pesquisa.

As recordações do filho Antonio ajudam a recuperar aspectos da vida profissional e cotidiana de Seu Gê que dificilmente seriam encontrados em registros oficiais. Enio começou a trabalhar na empresa Saft, Schmidt & Cia. Ltda., indústria que posteriormente ficou conhecida pela marca Starsax. A maior parte de sua vida profissional, entretanto, foi desenvolvida na empresa Schaefer & Sohne, que mais tarde se transformou na Calçados Hong Kong.

Na fábrica, Enio chegou ao cargo de contramestre, denominação utilizada na época para o profissional responsável por coordenar e acompanhar o trabalho de uma seção de produção. Aposentou-se nessa empresa, embora tenha continuado trabalhando no local durante alguns anos depois da aposentadoria.

Seu Gê também ficou conhecido como pescador da Areia Branca. Segundo Antonio, ele retornava das pescarias com “sacos de linhagem” — expressão familiar utilizada para os sacos de aniagem — cheios de grumatãs e algumas traíras. Em determinadas ocasiões, o filho Gerson acompanhava as pescarias. Um dos parceiros habituais de Enio era Dailor Alfredo Hartz, personagem conhecido aqui do projeto.

Nos tempos de maior movimento da vida noturna local, Enio trabalhou como porteiro da Boate Corujão, espaço ligado à Sociedade Cultural e Recreativa Parobé e lembrado como um importante ponto de encontro de uma geração.

As memórias familiares também recordam a juventude de Enio e Iva. Quando ainda eram jovens e recém-casados, os dois frequentavam bailes realizados em Parobé e nas localidades vizinhas. Muitas vezes faziam o percurso a pé. Nessas ocasiões, o pequeno Gerson ficava no bairro Santa Rosa, Taquara, aos cuidados dos avós maternos.

Essas lembranças revelam uma trajetória ligada ao trabalho industrial, aos bailes, à pesca, à convivência comunitária e aos espaços de sociabilidade que marcaram a formação urbana de Parobé.

A origem da família Feltes 

O imigrante que estabeleceu este ramo da família Feltes no Brasil foi Mathias Feltes, nascido em 23 de outubro de 1789, em Noswendel, atualmente uma localidade pertencente ao município de Wadern, no estado do Saarland, Alemanha.

Mathias era filho de outro Mathias Feltes, nascido em 1764, e de Maria Barbara Barth, nascida em 21 de janeiro de 1761. Seus pais casaram-se em 29 de janeiro de 1789 e tiveram pelo menos três filhos e três filhas. Entre os irmãos identificados do imigrante estavam Jakob Feltes, que viveu entre 1793 e 1831, e Katharina Feltes, nascida em 1797. O pai faleceu em 11 de fevereiro de 1807, enquanto Maria Barbara Barth faleceu em 3 de fevereiro de 1802.

Existem informações genealógicas que levam alguns ramos da família aos anos 1600. Essas gerações mais remotas, entretanto, devem ser tratadas como hipóteses de pesquisa até que sejam confrontadas individualmente com registros paroquiais de batismo, casamento e sepultamento.

Mathias Feltes casou-se pela primeira vez em 12 de fevereiro de 1811, em Lockweiler, outra localidade atualmente integrada ao município de Wadern. Sua primeira esposa foi Barbara Dambacher, nascida por volta de 1781. Desse casamento nasceram Johannes, em 1811, e Jakob, em 1813.

Barbara Dambacher faleceu em 1814. Pouco depois, em 6 de julho daquele ano, Mathias casou-se com Barbara Knapp, nascida por volta de 1787. O registro paroquial, redigido em latim, identifica os noivos como “Mathias Feltes viduus” e “Barbara Knap vidua”. As palavras viduus e vidua significam, respectivamente, viúvo e viúva, confirmando que ambos já haviam sido casados.

Ao segundo casamento são atribuídos os filhos Katharina, Mathias, Maria, Nikolaus, Anna Barbara, Anna e Magdalena, além de outra filha identificada em algumas árvores como Maria N. Feltes. As datas exatas de nascimento e falecimento de alguns desses filhos ainda precisam ser verificadas diretamente nos registros de batismo e óbito.

A viagem do veleiro Olbers 

Em 1828, Mathias Feltes, Barbara Knapp e os filhos deixaram a Europa. A família integrou o chamado 26º grupo de emigrantes alemães destinados ao Brasil e embarcou no veleiro trimastro Olbers.

Segundo os levantamentos de Ademar Felipe Fey e a relação histórica divulgada pela Paróquia Martin Luther, o navio partiu de Bremen em 26 de setembro de 1828 e chegou ao Rio de Janeiro em 17 de dezembro do mesmo ano. A embarcação transportava aproximadamente 874 pessoas, distribuídas em cerca de 152 famílias, constituindo um dos maiores contingentes de imigrantes alemães enviados à Colônia de São Leopoldo naquele período.

O Olbers era uma grande embarcação preparada para o transporte de emigrantes. Embora algumas publicações o apresentem como o primeiro navio construído especialmente para passageiros, essa afirmação deve ser utilizada com cautela, pois ainda necessita de confirmação em documentação naval contemporânea.

A família Feltes aparece no registro de entrada da Colônia de São Leopoldo em 3 de março de 1829. Essa data corresponde ao registro administrativo da chegada à colônia e não necessariamente ao dia exato do desembarque no Rio Grande do Sul.

No documento, Mathias aparece com 40 anos e Barbara com 42. Com o casal estavam os filhos Mathias, de 12 anos; Maria e “Nicolao”, ambos registrados com nove; Barbara, com oito; Anna, com quatro; e Magdalena, com apenas seis meses.

A lista original de passageiros do Olbers não foi preservada. Conforme os estudos sobre a embarcação, ela teria sido extraviada ou destruída durante a Segunda Guerra Mundial. A reconstituição parcial dos passageiros tornou-se possível pelo cruzamento dos registros de entrada em São Leopoldo com uma lista de pessoas hospedadas, em agosto de 1828, na estalagem Vor dem Bunten Thore, em Bremen, enquanto aguardavam o embarque.

Na viagem estavam famílias como Bauer, Barth, Becker, Berwanger, Dillenburg, Frölich, Fuchs, Kirsch, Krämer, Ludwig, Matte, Müller, Ostermann, Peters, Petry, Reichert, Streit (dos antepassados da minha esposa) e Weber, entre outras.

Também viajou no Olbers Johann Wilhelm Maurer, antepassado de João Jorge Maurer. Este último se casaria com Jacobina Mentz e teria participação destacada no episódio histórico dos Muckers, ocorrido na região do Ferrabraz durante a década de 1870.

O estabelecimento no Rio Grande do Sul 

Depois da chegada, os Feltes estabeleceram-se no território da antiga Colônia de São Leopoldo. Algumas compilações associam Mathias à localidade de Quatro Colônias, na área relacionada à atual Campo Bom. Um registro que comprova a permanência da família foi produzido em 18 de julho de 1843, quando Maria Feltes, filha de Mathias, casou-se com Jacob Christ na Capela de Nossa Senhora da Conceição, na Colônia de São Leopoldo.

As informações genealógicas reunidas indicam que Mathias Feltes faleceu em 11 de maio de 1858, aos 68 anos, na região de Quatorze Colônias, associada ao atual município de São José do Hortêncio, onde teria sido sepultado.

A família Timm 

A ligação dos Feltes com a família Timm ocorreu pelo casamento de José Antônio Feltes, nascido em 21 de novembro de 1870, com Maria Olga Timm, nascida em 1874 e falecida em 1946.

Maria Olga era filha de Johann Jacob Timm e Anna Catharina Schweitzer. Desse casal descende o ramo que chegou a Arlindo Feltes e, posteriormente, a Enio Feltes.

Conforme a árvore genealógica organizada por Pedro Almiro Fauth, Johann Jacob Timm nasceu em 19 de dezembro de 1822, em Schenefeld, na região de Pinneberg, atual estado alemão de Schleswig-Holstein. Faleceu em 16 de agosto de 1905, em Taquara, aos 82 anos.

Na época do nascimento de Johann Jacob, Holstein encontrava-se ligado à monarquia dinamarquesa. A região somente passou ao domínio da Prússia depois dos conflitos do século XIX, sendo incorporada à Província Prussiana de Schleswig-Holstein em 1867. Portanto, não é historicamente adequado classificar seu local de nascimento, em 1822, simplesmente como território prussiano.

Johann Jacob era filho de Johann Henrich Timm, que viveu entre 1785 e 1866, e de Ann Magrethe Jensdr Kofod, nascida em 1786 e falecida em 1871.

A família participou da primeira corrente de imigrantes alemães encaminhada ao Rio Grande do Sul. A travessia foi realizada inicialmente no navio Anna Louise. Depois da chegada ao Rio de Janeiro, os imigrantes seguiram para o Sul no bergantim São Joaquim Protector, chegando a São Leopoldo em 25 de julho de 1824, data tradicionalmente considerada o marco inicial da colonização alemã no Rio Grande do Sul.

Johann Jacob, nascido em 1822, ainda era uma criança quando atravessou o Atlântico com os pais.

Em 4 de maio de 1851, em São Leopoldo, Johann Jacob casou-se com Anna Catharina Schweitzer, nascida em 1832.

Maria Olga Timm casou-se com José Antônio Feltes. Entre os filhos do casal estava Arlindo Feltes, pai de Enio. Desse modo, Johann Jacob Timm e Anna Catharina Schweitzer eram bisavós paternos de Seu Gê, enquanto José Antônio Feltes e Maria Olga Timm eram seus avós paternos.

A família Schweitzer 

Anna Catharina Schweitzer, esposa de Johann Jacob Timm, era filha de Johann Nikolaus Philipp Schweitzer e Anna Elisabeth Gertraud Scheffel.

Johann Nikolaus Philipp nasceu em 10 de setembro de 1810, em Nack. Nack e Wendelsheim são localidades distintas do atual distrito de Alzey-Worms, no estado da Renânia-Palatinado, Alemanha.

Seus pais eram Hans Jakob Schweitzer e Anne Elisabeth Christine Engels. Em determinados documentos brasileiros, os nomes aparecem simplificados ou aportuguesados como Jacob Schweitzer e Anna Christina Engel.

Compilações genealógicas registram Hans Jakob como nascido em 18 de agosto de 1778 e Anne Elisabeth Christine em 20 de agosto de 1782. O levantamento de Rodrigo Trespach apresenta idade aproximada que pode resultar em pequena diferença no ano de nascimento de Jacob.

Segundo a pesquisa de Trespach, Jacob Schweitzer, a esposa e sete filhos partiram de Amsterdam em 25 de agosto de 1825, no navio Friedrich Heinrich, comandado pelo capitão Peter Zink. Chegaram ao Rio de Janeiro em 8 de novembro de 1825. A viagem até São Leopoldo foi completada a bordo da embarcação costeira Carolina, com chegada registrada em 15 de janeiro de 1826.

Portanto, essa família Schweitzer não realizou a travessia no navio Company Patie, mas no Friedrich Heinrich, seguindo depois para o Rio Grande do Sul no Carolina.

A família aparece no Códice C-333 do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Jacob foi registrado com 46 anos, ao lado da esposa “Christin”, de 43. Também aparecem os filhos Elisabeth, Carolina Ottilie — anotada como Otilia —, Christin, Johann Nikolaus Philipp — registrado como Felippe —, Apollonia Helena, Nikolaus e Maria Barbara.

As pequenas diferenças de idade encontradas entre o códice, os registros europeus e as árvores genealógicas são comuns na documentação migratória do século XIX. Os nomes dos membros da família, observados em conjunto, permitem reconhecer o mesmo grupo familiar.

Algumas fontes informam que Hans Jakob Schweitzer e Anne Elisabeth Christine Engels faleceram no mesmo dia, 4 de novembro de 1856. Essa informação deve ser confirmada nos registros de falecimento ou sepultamento.

Johann Nikolaus Philipp Schweitzer casou-se em 27 de janeiro de 1831, em São Leopoldo, com Anna Elisabeth Gertraud Scheffel. Ela nasceu em 1811, em Berghausen, e era filha de Johann Christian Scheffel e Anna Maria Müsse. As genealogias consultadas atribuem 13 filhos ao casal.

Entre eles estava Anna Catharina Schweitzer, nascida em 1832, que se casou com Johann Jacob Timm em 4 de maio de 1851. Essa união estabeleceu a ligação direta entre os ramos Schweitzer, Timm e Feltes.

Anna Elisabeth Gertraud Scheffel faleceu em 29 de dezembro de 1873. Johann Nikolaus Philipp Schweitzer faleceu em 14 de junho de 1876, em Lomba Grande. Assim como ocorre com outros dados provenientes de árvores colaborativas, é recomendável confrontar essas informações com os registros originais de óbito.

A conexão com a família Diefenbach 

Johann Nikolaus Philipp Schweitzer era irmão de Apollonia Helena Schweitzer, nascida em 1816 e falecida em 1904.

Apollonia casou-se pela primeira vez com Johannes Diefenbach Filho, nascido em 1810. A família Diefenbach havia emigrado para o Brasil em 1825, chegando à Colônia de São Leopoldo em 1826. O casamento de Apollonia e Johannes foi celebrado em 12 de dezembro de 1829, em São Leopoldo.

Dessa união nasceram Luiz Diefenbach, em 1830; Philipp Diefenbach, em 1832; e Barbara Diefenbach, em 1836.

De acordo com o capítulo “Família Diefenbach”, assinado por M. C. Diefenbach, Johannes Diefenbach Filho foi capturado e morto em 1836, durante a Revolução Farroupilha. Viúva, Apollonia casou-se novamente em 23 de julho de 1843, em São Leopoldo. Seu segundo marido foi Johann Peter Diefenbach, nascido em 1812 e falecido em 1859, irmão mais novo de Johannes.

Barbara Diefenbach integra a linha ancestral que passa por Maria Pauline Haag, Heinrich Leopold Hartz, Erna Hartz e Loiva Haag. É por essa descendência que o ramo Schweitzer também se conecta diretamente à família do autor desta pesquisa.

A família Hugentobler 

Pelo casamento de Enio com Iva Hugentobler, a árvore familiar também incorporou uma linhagem de origem suíça e germânica.

Iva era filha de Avelino Adelino Hugentobler e Erna Velina Bauer. Seus avós eram Carl Eugen Hugentobler e Karolina Mathilde Kellermann.

Árvores genealógicas colaborativas prolongam essa linhagem até nomes como August Hugentobler e Friedrich Hugentobler, associados à Suíça e à região de Neuenburg. Esses dados mais antigos devem ser considerados provisórios até que sejam localizados os registros suíços de nascimento, casamento, emigração e filiação correspondentes.

Ligações familiares 

A reconstrução genealógica indica que Enio Feltes e Erna Hartz (minha avó), que viveu entre 1911 e 1980, eram primos em quarto grau. Os dois descendiam do casal Hans Jakob Schweitzer e Anne Elisabeth Christine Engels. Consequentemente, Gerson Ricardo Feltes e Antonio Carlos Feltes, filhos de Enio, são primos em quinto grau de Loiva Haag (minha mãe), filha de Erna Hartz e Alfredo Henrique Haag.

Existe ainda outra conexão pela família Timm. Maria Olga Timm, avó paterna de Enio, era prima em segundo grau de Maria Pauline Haag, nascida em 1861 e falecida em 1938. Maria Pauline casou-se com Johann Konrad Hartz, que viveu entre 1849 e 1923. Eram meus trisavós.

Essas ligações mostram como as famílias pioneiras se encontraram ao longo das gerações. A trajetória reúne a chegada dos Timm em 1824, dos Schweitzer em 1826 e dos Feltes em 1829. Mais tarde, casamentos entre seus descendentes formaram uma ampla rede familiar no Vale do Sinos, em Lomba Grande, Campo Bom, Sapiranga, Taquara, Parobé e outras localidades da região.

No centro dessa história permanece Enio Feltes, o Seu Gê: operário, contramestre, pescador, porteiro da Corujão, frequentador dos bailes e morador de uma esquina que permanece viva na memória dos filhos e dos antigos moradores de Parobé.

Observação sobre as fontes 

Os registros paroquiais, livros de entrada de imigrantes e documentos do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul constituem as evidências mais consistentes desta pesquisa.

As obras de Carlos Henrique Trein Hunsche, Ademar Felipe Fey, Gilson Justino da Rosa e Rodrigo Trespach auxiliam na leitura e na organização desses documentos, oferecendo listas de imigrantes, transcrições e informações sobre as primeiras correntes migratórias destinadas ao Rio Grande do Sul. As árvores do FamilySearch e do Geneanet foram utilizadas para localizar pessoas, relações familiares e possíveis registros, mas seus dados devem ser confirmados, sempre que possível, nos documentos originais.

As informações sobre a vida profissional, as pescarias, os bailes e a atuação de Enio na Boate Corujão pertencem à memória oral da família e têm como fonte principal o depoimento de Antonio Carlos Feltes.

Créditos das fotografias

Acervo pessoal de Antonio Carlos Feltes – Editada por Maicon Leite

Referências e fontes: 

Documentos e fontes orais:

ARQUIVO HISTÓRICO DO RIO GRANDE DO SUL. Códice C-333: registro dos imigrantes alemães chegados à Província de São Pedro do Rio Grande do Sul entre 1824 e 1853. Porto Alegre: AHRS, [s.d.]. Manuscrito.

COLÔNIA DE SÃO LEOPOLDO. Livro de registro de entrada de imigrantes: família de Mathias Feltes. São Leopoldo, 3 mar. 1829. Manuscrito. Reprodução disponível no FamilySearch.

FELTES, Antonio Carlos. Informações sobre a vida profissional e familiar de Enio Feltes. Destinatário: Maicon Leite. 16 set. 2026. Mensagens enviadas por WhatsApp.

IGREJA CATÓLICA. Registro de casamento de Jacob Christ e Maria Feltes. Capela de Nossa Senhora da Conceição, Colônia de São Leopoldo, 18 jul. 1843. Manuscrito. Reprodução disponível no FamilySearch.

IGREJA CATÓLICA. Registro de casamento de Mathias Feltes e Barbara Knapp. Lockweiler, 6 jul. 1814. Manuscrito em latim. Reprodução disponível no FamilySearch. 

Livros, artigos e páginas históricas:

DIEFENBACH, M. C. Família Diefenbach. In: Famílias de origem alemã no Rio Grande do Sul. v. 1. [S. l.: s. n.], 2015.

FEY, Ademar Felipe. Imigração alemã no Brasil: navios e passageiros: anos 1824 a 1830. 6. ed. Caxias do Sul: edição do autor, 2023.

HUNSCHE, Carlos Henrique Trein. O ano 1826 da imigração e colonização alemã no Rio Grande do Sul: Província de São Pedro. Porto Alegre: Metrópole, 1977. 637 p.

HUNSCHE, Carlos Henrique Trein. O biênio 1824/25 da imigração e colonização alemã no Rio Grande do Sul: Província de São Pedro. 2. ed. rev. e ampl. Porto Alegre: A Nação, 1975. 331 p.

LEITE, Maicon. Arlindo Feltes e Orphelina Julia Pinto de Souza. Trilhando a História de Parobé, Parobé, 5 jul. 2024. Disponível em: https://historiadeparobe.com.br/2024/07/05/arlindo-feltes-e-orphelina-julia-pinto-de-souza/. Acesso em: 16 set. 2026.

LEITE, Maicon. Irmãos Gerson (“Fritz”) e Antônio (“Tonho”) Feltes e suas origens. Trilhando a História de Parobé, Parobé, 31 ago. 2026. Disponível em: https://historiadeparobe.com.br/2026/08/31/irmaos-gerson-fritz-e-antonio-tonho-feltes-e-suas-origens/. Acesso em: 16 set. 2026.

LEITE, Maicon. Uma fotografia dos anos 1980 e as raízes Schweitzer da família Feltes. Trilhando a História de Parobé, Parobé, 4 set. 2026. Disponível em: https://historiadeparobe.com.br/2026/09/04/uma-fotografia-dos-anos-1980-e-as-raizes-schweitzer-da-familia-feltes/. Acesso em: 16 set. 2026.

MOSMANN, Lígia. Uma fazenda, um sobrado, uma estação… Parobé: uma história a ser contada! Parobé: edição da autora, 1999.

PARÓQUIA MARTIN LUTHER. Relação de veleiros transatlânticos e das famílias. Porto Alegre, [s.d.]. Disponível em: http://www.mluther.org.br/Imigracao/relacao-veleiros.htm. Acesso em: 16 set. 2026.

ROSA, Gilson Justino da. Imigrantes alemães, 1824–1853: Códice C-333 do AHRS. 1. ed. Porto Alegre: EST Edições, 2005. 327 p.

TRESPACH, Rodrigo. Imigrantes alemães no Sul do Brasil — Rio Grande do Sul — com origem no distrito de Alzey-Worms. [S. l.: s. n.], 2016. Documento digital. 

Árvores e bases genealógicas:

FAMILYSEARCH. Ann Magrethe Jensdr Kofod. Árvore Familiar, código KLF9-2W3. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/tree/person/details/KLF9-2W3. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Arlindo Feltes. Árvore Familiar, código G5ND-K1C. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/tree/person/details/G5ND-K1C. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Avelino Adelino Hugentobler. Árvore Familiar, código K2VV-QR2. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/tree/person/details/K2VV-QR2. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Enio Feltes. Árvore Familiar, código GT8F-22V. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/GT8F-22V. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Johann Henrich Timm. Árvore Familiar, código KCSM-SP1. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/tree/person/details/KCSM-SP1. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Johann Philipp Schweitzer. Árvore Familiar, código LT2K-K7C. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LT2K-K7C. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Jose Antonio Feltes. Árvore Familiar, código 9NL8-F8Z. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/9NL8-F8Z. Acesso em: 16 set. 2026.

FAMILYSEARCH. Mathias Feltes. Árvore Familiar, código 9Z86-D79. [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/9Z86-D79. Acesso em: 16 set. 2026.

FAUTH, Pedro Almiro. Johann Jakob Timm. Geneanet, [S. l.], [2026]. Disponível em: https://gw.geneanet.org/pedrofauth?lang=pt&n=timm&p=johann+jakob. Acesso em: 16 set. 2026.

GENEANET. Johann Nikolaus Philipp Schweitzer. Geneanet, [S. l.], [2026]. Disponível em: https://gw.geneanet.org/hfporto?lang=pt&n=philipp+schweitzer&p=johann+nikolaus. Acesso em: 16 set. 2026.

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