Dossiê Histórico e Militar: O Capitão Pedro Werlang e a Guerra do Paraguai – Parte I

A fotografia de Ary Sady Selzlein que publicamos recentemente, ostentando o uniforme do Exército em São Leopoldo, é o reflexo contemporâneo de uma herança de fardas, pólvora e sacrifício que atravessa gerações na família. Essa tradição remonta ao Capitão Pedro Werlang, um dos militares mais destacados entre os descendentes da imigração alemã no Rio Grande do Sul. Irmão de Anna Christina Werlang — trisavó de Ary —, Pedro era também primo-irmão de Wilhelm Selzlein, bisavô paterno de Ary, e protagonizou alguns dos episódios mais dramáticos da história militar brasileira no século XIX.

Confira o texto sobre Ary:

A trajetória de Pedro Werlang transcende a história de um único militar. Sua vida acompanha um dos períodos mais decisivos do Brasil Imperial, marcado pela consolidação das fronteiras nacionais, pelos conflitos na Bacia do Prata e, sobretudo, pela Guerra do Paraguai. Sua atuação evidencia como filhos de imigrantes alemães, estabelecidos havia poucas décadas no Rio Grande do Sul, passaram a integrar de forma efetiva a defesa do país, assumindo papéis de destaque em acontecimentos que moldaram a história da América do Sul.

Grande parte dessa trajetória pôde ser reconstruída graças ao diário de campanha que Pedro Werlang escreveu originalmente em alemão durante o conflito. A Guerra do Paraguai deixou vasta documentação oficial — composta por ordens do dia, relatórios militares e correspondências diplomáticas —, mas são muito mais raros os relatos produzidos pelos próprios combatentes. Em pequenas páginas de apenas 15 por 19,5 centímetros, protegidas por cantoneiras de latão e preenchidas por uma caligrafia extremamente fina e uniforme, Pedro registrou marchas, combates, doenças, promoções e o cotidiano das tropas sob a perspectiva de quem viveu a guerra em primeira linha. O manuscrito constitui uma fonte histórica de excepcional valor, permitindo acompanhar os acontecimentos pela ótica de um participante direto da campanha.

Preservado provavelmente por sua família durante décadas, o diário foi traduzido do original alemão pelo jornalista Harry Edgar Menchen, redator da Gazeta do Sul, e publicado em cinco edições consecutivas do periódico entre 25 de agosto e 22 de setembro de 1959. A publicação foi acompanhada de uma apresentação da redação e de um extenso estudo introdutório elaborado pelo próprio tradutor. Ao examinar o manuscrito, Menchen observou que a obra aparentava ter sido ditada posteriormente por Pedro Werlang a um escriba, hipótese sustentada pela uniformidade da caligrafia e pela ocorrência de erros ortográficos e gramaticais que, em sua avaliação, não seriam compatíveis com o nível de instrução do autor. Também chamou a atenção para o excelente estado de conservação do pequeno caderno, composto por 65 páginas manuscritas, preservadas com suas cantoneiras de latão originais.

Nas Apreciações Preliminares, Harry Edgar Menchen destaca um aspecto que, ainda hoje, diferencia o diário de muitas memórias de guerra: a extrema objetividade do relato. Em vez de construir uma narrativa centrada em si próprio, Pedro Werlang registra os acontecimentos com notável concisão, quase sempre privilegiando os fatos militares em detrimento de emoções ou comentários pessoais. O tradutor observa, por exemplo, que o autor menciona a morte do próprio irmão Guilherme em poucas palavras, sem recorrer ao sentimentalismo, atitude que interpretou como expressão da disciplina militar e do compromisso em preservar a fidelidade dos acontecimentos.

Essa característica confere ao manuscrito um valor documental singular. Embora escrito por um participante direto dos combates, o diário aproxima-se, em muitos momentos, de um registro histórico contínuo da campanha. Sem abdicar da perspectiva pessoal de quem esteve presente nos principais acontecimentos, Pedro Werlang produziu um testemunho raro sobre a Guerra do Paraguai, cuja importância ultrapassa a memória familiar e constitui uma das mais relevantes fontes pessoais conhecidas sobre a participação de soldados descendentes da imigração alemã no Exército Imperial brasileiro.

Com base nesse manuscrito, confrontado com documentos militares, registros oficiais, periódicos da época e outras fontes históricas, é possível reconstruir a trajetória de Pedro Werlang desde sua juventude em São Leopoldo e o processo de colonização de Santa Cruz até os combates mais sangrentos da Guerra do Paraguai, revelando não apenas a carreira de um oficial do Exército Imperial, mas também a experiência humana de quem testemunhou alguns dos momentos mais decisivos do maior conflito armado da história da América do Sul.

As Raízes e o Desbravamento

A vocação militar parecia forjada ainda nos campos de batalha europeus. Pedro era neto do patriarca Johann Jost Werlang, que havia alcançado a patente de oficial nas tropas de Napoleão Bonaparte. Filho do colono João Guilherme Werlang, Pedro nasceu em um ano bissexto: 29 de fevereiro de 1836, em São Leopoldo.

As turbulências da Revolução Farroupilha forçaram a família a buscar novos horizontes, e o clã migrou para a região do Vale do Rio Pardo, tornando-se um dos primeiros grupos a se estabelecer e abrir picadas na Linha Santa Cruz. Educados por um pai que lhes incutiu o dever cívico de defender a pátria adotiva, os jovens irmãos WerlangPedro, Guilherme, João, Adão e José — logo demonstrariam que seu compromisso exigiria o uso de armas.

O Batismo de Fogo e a Destruição de Paysandú

Em 1857, aos 21 anos, Pedro alistou-se voluntariamente no Exército Nacional. Naquela época, a Bacia do Rio da Prata era um cenário de intensa instabilidade política. O Estado Oriental (atual Uruguai) vivia dilacerado por uma guerra civil entre os partidos Blanco e Colorado. O Império do Brasil, visando proteger os estancieiros gaúchos e garantir a segurança das fronteiras do Rio Grande do Sul contra as constantes incursões e hostilidades promovidas por forças ligadas ao governo Blanco, intervinha repetidamente na região. Foi nesse contexto que Pedro marchou para o país vizinho para combater as forças oponentes.

Quando as tensões cisplatinas eclodiram novamente na chamada Campanha do Uruguai (1864-1865), ele retornou ao front já ostentando a divisa de 1º Sargento. A missão do Exército Imperial era destituir o governo Blanco, que insistia em atacar interesses brasileiros. O rigor de sua nova campanha começou a ser registrado em 25 de setembro de 1864, com a organização do 6º Corpo em Rio Pardo. A tropa partiu em 4 de novembro, iniciando uma longa marcha rumo ao sul para invadir o território uruguaio, e transpôs a fronteira oriental no dia 2 de dezembro.

Através de marchas forçadas pelo interior do país vizinho, atingiram as proximidades de Paysandú em 29 de dezembro. A praça-forte era um dos maiores redutos das forças blancas. No dia seguinte, cinco batalhões e duas baterias sitiaram a cidade por terra, que já se encontrava bloqueada pela esquadra imperial no rio. Ao raiar do dia 31 de dezembro, o bombardeio das trincheiras iniciou-se e durou até as 10 horas da manhã, seguido por um fogo incessante da infantaria que se estendeu até a manhã de 2 de janeiro de 1865. Diante da rendição e do hasteamento da bandeira branca, Pedro testemunhou um cenário desolador: a bela cidade estava grandemente danificada e suas ruas cobertas de mortos. A vitória brasileira consolidou a queda dos blancos, mas o custo diplomático seria catastrófico.

A Guerra do Paraguai e os Voluntários de Santa Cruz

A intervenção no Uruguai acendeu um barril de pólvora muito maior. Francisco Solano López, ditador do Paraguai e aliado dos blancos, encarou a ação brasileira como uma quebra do equilíbrio de poder na Bacia do Prata e uma ameaça direta à soberania de seu país. Em retaliação, López aprisionou um navio brasileiro, invadiu a província de Mato Grosso e, em seguida, atravessou território argentino sem autorização daquele governo para invadir o Rio Grande do Sul. Formava-se assim a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) para combater o Paraguai, dando início ao maior, mais sangrento e mais controverso conflito armado da história da América do Sul.

A participação massiva dos colonos de origem germânica e seus descendentes neste conflito sul-americano, além, é óbvio, de outros povos, está profundamente ligada a uma tradição militar recém-estabelecida no Sul do Brasil. Durante a década de 1850, o Império recrutara na Europa os chamados Brummers (termo que se traduziria como “resmungões” ou “murmuradores”), um contingente de militares e oficiais alemães contratados pelo Império para participar da campanha contra Juan Manuel de Rosas. Após o fim daquela campanha, grande parte desses veteranos optou por permanecer no Rio Grande do Sul, estabelecendo-se nas novas colônias agrícolas de São Leopoldo e arredores.

Quando a Guerra do Paraguai eclodiu e o governo imperial criou os Corpos de “Voluntários da Pátria” para engrossar rapidamente as fileiras do Exército, essa herança bélica falou mais alto. Liderados muitas vezes pela experiência tática e disciplina dos antigos Brummers, jovens filhos de imigrantes pioneiros deixaram suas enxadas e arados para formar destacamentos compostos quase inteiramente por descendentes de alemães, oferecendo uma força de combate vital para as tropas imperiais.

Foi diante desse cenário de mobilização total que, em 8 de maio de 1865, as tropas deixaram Santa Luzia, no Uruguai, rumo à Província do Paraguai, cruzando o Rio Uruguai em 27 de junho, momento em que o exército foi reorganizado sob o comando do General Dom Manoel Luiz Osório. Quando Solano López ameaçou a soberania do Império, a colônia de Santa Cruz do Sul já oferecia um valioso tributo de sangue. Pedro e seus irmãos, Guilherme e João, marcharam ao lado de dezenas de conterrâneos para enfrentar as tropas ditatoriais no país guarani.

No teatro de operações, a unidade de Pedro compunha a 3ª Brigada de Cavalaria (sob comando do lendário coronel João Niderauer Sobrinho), integrante da 2ª Divisão de Cavalaria do 2º Corpo de Exército.

Carnificinas no Front

Em 20 de setembro de 1865, o acampamento celebrou por três dias a notícia da rendição de 12.000 paraguaios famintos em Uruguaiana. Semanas depois, a dura realidade se impôs: o companheiro Maurício José da Silveira deu entrada no hospital em 9 de outubro e faleceu de varíola no dia 16, sendo enterrado próximo a Curuzu-quatiá.

Sua liderança sob fogo rendeu frutos rápidos: em 20 de março de 1866, através da Ordem do Dia nº 143, foi promovido a Alferes. Logo em seguida, em 9 de abril, sobreviveu a um ataque noturno e sorrateiro de paraguaios embarcados em chalanas no Rio Paraná; a carnificina durou duas horas e custou a vida de cerca de 400 brasileiros.

A progressão da guerra trouxe batalhas de proporções épicas. Na histórica Batalha de Tuiuti, em 24 de maio de 1866, o inimigo atacou por todos os lados ao meio-dia; após cinco horas de luta ininterrupta, as tropas imperiais conquistaram quatro bandeiras e quatro canhões, ao custo de cerca de 2.500 baixas brasileiras, enquanto o inimigo deixou 7.000 mortos no campo. A matança continuou nos meses seguintes, culminando em uma sangrenta disputa de trincheiras em 18 de julho que resultou na perda de 4.000 homens para o Brasil.

Houve breves momentos de pausa, como o armistício entre 12 e 15 de setembro de 1866, quando Solano López e parlamentares se reuniram em uma barraca armada entre as linhas. A trégua, contudo, precedeu o desastre. Na madrugada de 16 de setembro, o assalto ao forte de Curupaiti forçou uma terrível retirada após uma hora de combate, resultando em 4.000 baixas brasileiras e 2.000 argentinas.

O Marquês de Caxias assumiu o comando supremo em 17 de novembro de 1866. Em abril de 1867, o surto de cólera dizimou tropas no mesmo período em que o telégrafo elétrico foi instalado nas posições militares. A tecnologia também se fez presente com a ascensão de um balão cativo para observação aérea em 24 de junho de 1867.

O Cerco a Humaitá e a Ação em Vila Pilar

O cerco ao inimigo tornou-se uma obra de asfixia estratégica. No dia 15 de agosto, Pedro observou parte da esquadra imperial ladeando as trincheiras de Curupaiti sob o mais violento bombardeio, conseguindo ultrapassar a linha de fogo sem perder um único navio e postando-se defronte à inexpugnável Humaitá.

A força da sua própria unidade seria testada ao limite semanas depois. O peso logístico também se fez sentir quando, em 24 de setembro, o inimigo realizou um assalto avassalador ao comboio de abastecimento brasileiro no trajeto entre Tuiuti e Tuiucuê. A ação inimiga resultou na morte de 400 homens e deixou inúmeros feridos. Os paraguaios tomaram não apenas o dinheiro e os homens que acompanhavam a carga, mas também um vasto número de carretas, mulas, bois e pesadas mercadorias sortidas.

Antes dessa perda material, a cavalaria cobrara seu preço. Em 20 de setembro, o 8º Corpo de Cavalaria marchou costa acima de Humaitá e surpreendeu o inimigo na vila Pilar. O relato no diário de Pedro descreve uma ação tática brutal: a unidade deixou a cidade à esquerda, passou a nado o rio Inambuí e atacou a retaguarda paraguaia. Sob fogo ininterrupto de dois canhões e enfrentando forte contingente de infantaria, tomaram a artilharia em uma investida de assalto. A infantaria paraguaia foi desorganizada e posta em fuga. O cenário que se seguiu foi aterrador: os soldados paraguaios sobreviventes lançaram-se nas águas do Inambuí para fugir, mas foram recebidos na margem oposta por saraivadas letais do 21º Corpo, enquanto os poucos que conseguiam cruzar o rio encontravam seu fim pelas lanças da cavalaria brasileira. Ao custo de apenas um alferes e um soldado mortos, aprisionaram 83 homens, apreenderam canhões, cavalos, centenas de reses e contabilizaram 150 corpos — sem contar os afogados.

Às Portas das Batalhas Monumentais

Os combates ferozes nos arredores de Humaitá e a carnificina na vila Pilar evidenciavam que a Guerra do Paraguai havia mergulhado em uma fase de atrito implacável. Para Pedro Werlang e os voluntários de Santa Cruz, o batismo de fogo no Uruguai transformara-se em uma luta diária pela sobrevivência em meio a pântanos, doenças e emboscadas mortais. Essa escalada de violência, meticulosamente registrada com frieza nas páginas do pequeno diário azul-escuro, encerrava apenas o primeiro ato de sua jornada. O avanço inexorável do Exército Imperial em território inimigo preparava o terreno para provações ainda maiores que os aguardavam nas batalhas monumentais do ano seguinte, exigindo um tributo de sangue e lágrimas que marcaria a família Werlang para sempre na continuidade deste relato.

É fundamental ressaltar que o resgate das memórias do Capitão Pedro Werlang não tem o propósito de glorificar a guerra, o militarismo ou exaltar o derramamento de sangue. A Guerra do Paraguai foi o conflito mais letal e devastador da história da América do Sul, marcado por carnificinas, epidemias e uma brutalidade sem precedentes que dizimou populações. O objetivo deste dossiê é estritamente historiográfico e documental. Trata-se de preservar a memória e lançar luz sobre a experiência humana brutal de um oficial de seu tempo, evidenciando o papel e o sacrifício dos imigrantes alemães e seus descendentes na formação do Estado brasileiro, sem jamais romantizar os horrores dos campos de batalha.

Nota: As cifras de mortos, feridos e prisioneiros apresentadas ao longo deste dossiê baseiam-se, prioritariamente, nos registros constantes no diário de Pedro Werlang e em documentação militar contemporânea aos acontecimentos, confrontados com a bibliografia especializada. Como ocorre em grande parte da historiografia sobre a Guerra do Paraguai, os números de baixas variam consideravelmente entre diferentes autores e fontes oficiais, em razão de divergências nos registros produzidos pelos exércitos beligerantes, revisões historiográficas posteriores e distintos critérios de contabilização. Sempre que possível, foram adotadas as estimativas mais recorrentes na literatura especializada, sem desconsiderar a existência de interpretações divergentes.

Crédito da foto:

WIKIMEDIA COMMONS. AH-Pedro Werlang.jpg. [Retrato do Capitão Pedro Werlang]. [S. l.], [s. d.]. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Werlang#/media/Ficheiro:AH-Pedro_Werlang.jpg. Acesso em: 6 ago. 2026.

Fontes:

BENTO, Cláudio Moreira. Bicentenário, em 2024, do início da colonização alemã do Rio Grande do Sul e a projeção na história militar dos imigrantes alemães e seus descendentes. Resende: AHIMTB, 2023. Livro digital. Disponível em: http://www.ahimtb.org.br. Acesso em: 3 ago. 2026.

BRASIL. Império. Carta Patente concedendo as honras do posto de Capitão do Exército a Pedro Werlang. Rio de Janeiro, 10 ago. 1877. Manuscrito original digitalizado.

CITYBRAZIL. História: Santa Cruz do Sul – RS. CityBrazil, [2009]. Arquivo da Web. Disponível em: https://web.archive.org/web/20090628221307/http://www.citybrazil.com.br/rs/stacruzsul/historia.php. Acesso em: 3 ago. 2026.

FAMILYSEARCH. Capitão Pedro Werlang (LHTM-HWY). Árvore Familiar, [S. l.], [s. d.]. Disponível em: https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LHTM-HWY. Acesso em: 3 ago. 2026.

MEMORIAL DO TEMPO. [Postagens de junho de 2015]. Memorial do Tempo, jun. 2015. Disponível em: https://memorialdotempo.blogspot.com/2015/06/. Acesso em: 3 ago. 2026.

O TRIBUTO de sangue dos colonisadores allemães á Patria Brasileira. Máscara, [S. l., s. d.]. Recorte de revista digitalizado.

PEDRO Werlang. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, [s. d.]. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Werlang. Acesso em: 3 ago. 2026.

RELEMBRE os santa-cruzenses que foram voluntários da pátria na Guerra do Paraguai. Portal Gaz, Santa Cruz do Sul, [s. d.]. Disponível em: https://www.gaz.com.br/relembre-os-santa-cruzenses-que-foram-voluntarios-da-patria-na-guerra-do-paraguai/. Acesso em: 3 ago. 2026.

WERLANG, Pedro. Diário de Campanha do Capitão Pedro Werlang. Tradução: Harry Edgar Menchen. A Defesa Nacional, Rio de Janeiro, ano 52, n. 609, p. 7-30, set./out. 1966. Disponível em https://pt.scribd.com/document/677573414/Diario-de-campanha-do-Capitao-Pedro-Werlang.

Você tem fotos antigas de sua família ou de Parobé? Envie para o projeto! Basta mandar mensagens via Facebook, Instagram ou pelo e-mail historiadeparobe@gmail.com

A cópia, reprodução, adaptação, modificação ou utilização do conteúdo disponibilizado neste projeto, parcial ou integralmente, é expressamente proibida, nos termos da Lei n.º 9.610/98. Sobre as informações aqui contidas, não me responsabilizo por dados que possam estar errados e que foram extraídos de fontes como sites, livros, blogs, jornais, etc.

Projeto realizado por @maiconlcleite.

Parceiros:

Madeireira do Chico – https://www.instagram.com/madeireiradochico/

Rua João Mosmann, n° 471 – Centro – Parobé – WhatsApp: (51) 99977-8495

Educação Infantil Pequeno Príncipe – https://www.instagram.com/eei_pequeno_principe/

Rua Dr. Legendre, n° 57, Centro – Parobé – WhatsApp: (51) 99922-6343

Mosmann Alimentos – https://www.instagram.com/mosmannalimentosoficial

RS 239 · Km 43 · n° 5701 – Parobé – Televendas: (51) 3543-8500

Fabiano Lima Arquitetura – https://www.instagram.com/fabianolima.arq

Rua João Alfredo Feltes, 65, Parobé – WhatsApp: (51) 99702-1565

Edinho Chaves Tattoo – https://www.instagram.com/edinhochaves_tattoo

Av. Artuino Arsand, 120 – Galeria Monalisa – Parobé – (51) 99578-8080

Padaria Aurora – https://www.instagram.com/padaria_aurora_parobe

Av. das Nações, 667 – Guarujá, Parobé – (51) 98624-1064

Saft Embalagens – https://www.instagram.com/saftembalagens

Rua Lages, 94 – Parobé – Vila Nova – Fones: (51) 3543.1455 ou (51) 3543.1017

Cel.: (51) 9.9825.9111

Gold Center Fit https://www.instagram.com/goldcf.parobe

R. Erechim, 17 – Centro, Parobé – WhatsApp: (51) 99316-5565

Contex Brasil – https://www.instagram.com/contexbrasil

Rua Gustavo Lauck, 167, Parobé – (51) 3543-8700

Raissa Rinker | Fotografia – https://www.instagram.com/raissarinkerfotografia

R. Guarani, 49 – Centro, Parobé – WhatsApp: (51) 99955-4767

Inscreva-se no nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCdAPUfTuhm966PsZfGM96GA

Siga nosso perfil no Instagram:

https://www.instagram.com/historiadeparobe

Curta nossa página no Facebook:

https://www.facebook.com/HistoriadeParobe

Entre no nosso grupo no Facebook:

https://www.facebook.com/groups/historiadeparobe

Deixe um comentário